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7.
A ROSA DOS VENTOS
Nesta figura estão representados os diversos
rumos em que se é possível velejar (a
partir de 45° com a direção do vento),
facilitando a visualização dos ângulos
em que a embarcação se posiciona em relação
ao vento e também a angulação da
vela em relação ao eixo longitudinal do
casco.
Pode-se notar que, à medida que arribamos, afastamos
a vela deste eixo e, logicamente, quanto mais orçamos,
mais a aproximamos dele.
Desta forma vemos que, no limite do contravento, a vela
deverá estar o mais caçada possível,
quase sobre o eixo do casco e, na popa, ela deverá
ficar o mais folgada possível, fazendo um ângulo
reto (90°) com tal eixo, sendo possível velejar
com a vela à esquerda ou à direita, já
que estamos velejando no sentido do vento.
Podemos então concluir que a vela gira apenas
¼ de círculo em relação
ao eixo longitudinal do casco, de acordo com o rumo,
ora se afastando dele até fazer um ângulo
reto, ora se aproximando até quase coincidir
com ele.
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